Repasse conferido com nota
O relatório de cada marketplace é confrontado com as notas de venda e de devolução. A diferença aparece no fechamento do mês, não em uma fiscalização.
Loja própria ou marketplace: a Barsan confere cada repasse com as notas emitidas, classifica os produtos para o ICMS de cada venda e fecha o estoque com o fiscal, para quem vende online para o país inteiro.
Em resumo
A contabilidade para e-commerce lida com três coisas que a loja de rua quase não vê: venda para vários estados no mesmo dia, dinheiro que chega pelo marketplace já com descontos e estoque que gira sem balcão. Cada uma muda o imposto e precisa fechar com as notas emitidas.
A loja física vende para quem entra pela porta, e o ICMS fica no próprio estado. A loja virtual despacha no mesmo dia para vários estados, e cada venda interestadual segue uma regra própria: conforme o regime da empresa, o produto e o tipo de comprador, parte do imposto pode ser devida ao estado de quem recebe a mercadoria (legislação do ICMS de cada estado). A segunda diferença está no recebimento.
O marketplace desconta comissão, frete e anúncios e repassa o líquido, mas a nota fiscal é emitida pelo valor que o cliente pagou. A LC 123/2006 define a receita bruta do Simples Nacional como o produto da venda, sem as vendas canceladas e os descontos incondicionais. Comissão não é nenhum dos dois: é despesa.
Quem declara só o repasse omite receita, e as plataformas e os meios de pagamento informam as vendas ao fisco, que cruza esses dados com as notas emitidas.

A Barsan concilia os repasses de cada canal com as notas emitidas, classifica os produtos para o ICMS, acompanha estoque e custo e compara os regimes com os números da operação.
A base é a mesma da contabilidade para comércio: compra, venda, estoque e ICMS. O que a venda online acrescenta é a conciliação. Todo mês, o relatório do Mercado Livre, da Shopee, da Amazon ou da loja própria é confrontado com as notas de venda e de devolução. O que saiu sem nota aparece antes de virar diferença na apuração.
O cadastro de produtos vem junto. A classificação fiscal de cada item diz se ele está na substituição tributária e como a receita dele entra na guia. Com as notas de compra lançadas, o estoque fecha com o fiscal e o custo de cada produto mostra o que sobra depois de comissão, frete e imposto.
O relatório de cada marketplace é confrontado com as notas de venda e de devolução. A diferença aparece no fechamento do mês, não em uma fiscalização.
A classificação fiscal de cada item define se há substituição tributária e como a receita entra na guia do Simples.
Com compras e estoque lançados, você enxerga quanto sobra em cada canal depois de comissão, frete e imposto.

Pesam o mix de produtos, a faixa de receita e o perfil de quem compra. O Anexo I do Simples começa em 4% e atende a maior parte das lojas pequenas.
Com muito produto em substituição tributária, receita alta ou venda para empresas que querem crédito de imposto, o Lucro Presumido entra na comparação.
No Simples Nacional, o comércio é tributado pelo Anexo I, com alíquota inicial de 4% e limite de R$ 4,8 milhões de receita por ano. A guia única já inclui o ICMS, mas há exceções que mudam a conta. Quando o produto está na substituição tributária, o imposto estadual foi recolhido antes, em geral pelo fabricante ou pelo importador, e a receita dele é informada em separado na apuração feita no Portal do Simples Nacional.
Quem não separa paga o ICMS duas vezes. Em faixas mais altas de receita, o ICMS sai da guia e passa a ser apurado à parte, pelas regras do estado. No Lucro Presumido, o ICMS é calculado por débito e crédito, as obrigações estaduais aumentam e o cliente que é empresa aproveita o crédito do imposto destacado na nota.
A Reforma Tributária mexe nesse quadro: o IBS substitui o ICMS aos poucos, 2026 é ano de teste e a transição vai até 2033, segundo o Ministério da Fazenda.
São quatro etapas, do primeiro contato à rotina mensal, todas por WhatsApp e documentos digitais.
Pelo valor da venda, isto é, o que o cliente pagou. A comissão do marketplace, o frete descontado e os anúncios são despesas da sua empresa e entram na contabilidade como custo de vender, não como redução da receita. Quem emite nota só sobre o repasse líquido declara menos do que vendeu, e a diferença aparece quando o fisco cruza as notas com as informações enviadas pelas plataformas.
Pode, enquanto a atividade estiver na lista do MEI e a receita ficar dentro do limite de R$ 81.000 por ano. O limite conta o valor total das vendas, e não o repasse depois das taxas do marketplace. Loja que cresce rápido costuma passar do teto no meio do ano. Nesse caso a empresa vira microempresa e, em geral, segue no Simples Nacional pelo Anexo I.
É o regime em que o ICMS de toda a cadeia é recolhido de uma vez, em geral pelo fabricante ou pelo importador. O lojista compra o produto com o imposto já pago. No Simples Nacional, a receita desses itens é informada em separado, para que o ICMS não seja cobrado de novo na guia. Quais produtos entram depende da lista de cada estado, por isso a classificação fiscal do cadastro precisa estar certa.
Depende do regime da empresa, do produto e de quem compra. Na venda a consumidor final de outro estado, a legislação do ICMS reparte o imposto com o estado de destino, e a regra de quem está no Simples Nacional é diferente da regra do Lucro Presumido. Quando o comprador é revendedor e o produto tem substituição tributária, pode haver guia antecipada para o estado dele. A Barsan mapeia os seus principais destinos antes de responder.
Muda. A mercadoria que sai do seu endereço para o centro de distribuição precisa de nota de remessa, e a que volta, de nota de retorno. Se o depósito fica em outro estado, pode ser exigida inscrição estadual lá, conforme a regra local e o modelo do marketplace. O estoque passa a existir em dois lugares, e o controle precisa mostrar o que está em cada um para o inventário fechar.
Muda, aos poucos. A LC 214/2025 cria o IBS, de estados e municípios, e a CBS, federal, que substituem ICMS, ISS, PIS e Cofins. O ano de 2026 é de teste, e a transição vai até 2033. A empresa do Simples pode escolher recolher IBS e CBS por fora da guia única para gerar crédito ao cliente que é empresa, decisão que pesa para quem vende a outras lojas.
Quer saber se os repasses dos marketplaces batem com as notas que a sua loja emitiu? Peça o Diagnóstico Inicial gratuito e traga o último relatório de vendas. Falar com a Barsan no WhatsApp.